sábado, 30 de outubro de 2010
As diferenças entre os sexos
Estou aqui a ver o programa de magia na SIC. À pergunta do apresentador, pelas ruas de Leiria, sobre o que fariam aparecer se pudessem, as mulheres foram unânimes em dizer dinheiro (o rico dinheirinho). Já os homens parece que se inclinam mais para "umas gajas boas".
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
António Variações Estou além
Faço parte daqueles que te criticavam, preso a um medo do desconhecido tão característico deste nosso cantinho à beira-mar plantado. Não quis ouvir, não compreendi.
Faço aqui o meu "mea culpa" e rendo-te a minha homenagem, eu, que tantas vezes me sinto assim mas não sou capaz de o exprimir por palavras como tu tão bem fizeste.
Estou além - António Variações
Não consigo dominar
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P’ra não chegar tarde
Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
Mas porque é que eu recuso
Quem quer dar-me a mão
Vou continuar a procurar a quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só
Quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P’ra outro lugar
Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar
Porque até aqui eu só
Estou bem
Aonde não estou...
sábado, 9 de outubro de 2010
Salt
Li numa crítica que o papel principal deste filme estava destinado ao Tom Cruise, tendo à última hora sido oferecido a Angelina Jolie, o que, de acordo com o crítico, deu ao filme o que ele precisava par ser convicente; se o papel fosse desempenhado por Tom Cruise tido sido uma pastelada.
Bem, eu também prefiro ver a Angelina Jolie em vez do Tom Cruise, mesmo que já esteja a perder a frescura. Mas a verdade é que o Tom Cruise é um actor razoável e a Angelina Jolie deixa muito a desejar; as expressões são sempre as mesmas, o modo de interpretação também, podia ser o Mr. and Ms Smith, ou o Gia que não se notava a diferença.
Para além disto o filme é todo muito denunciado, a história não é, de todo, original (parece o Alta Traição, com o Kevin Costner, dos anos 80) e pouco emocionante.
Se calhar sou eu que já estou farto de ver filmes destes que acabam por ser muito parecidos mas, definitivamente, não recomendo.
É um filme com muita falta de "salt"
Bem, eu também prefiro ver a Angelina Jolie em vez do Tom Cruise, mesmo que já esteja a perder a frescura. Mas a verdade é que o Tom Cruise é um actor razoável e a Angelina Jolie deixa muito a desejar; as expressões são sempre as mesmas, o modo de interpretação também, podia ser o Mr. and Ms Smith, ou o Gia que não se notava a diferença.
Para além disto o filme é todo muito denunciado, a história não é, de todo, original (parece o Alta Traição, com o Kevin Costner, dos anos 80) e pouco emocionante.
Se calhar sou eu que já estou farto de ver filmes destes que acabam por ser muito parecidos mas, definitivamente, não recomendo.
É um filme com muita falta de "salt"
Consegui, consegui (Twilight)!
Tive de ler dois livros pelo meio mas consegui acabar esta coisa.
Até aceito que as constantes e enfadonhas referências à perfeição do vampiro principal entusiasmem o público feminino jovem. Que estas se identifiquem com a personagem principal na sua suposta mediania de aspecto, que encanta o rapaz mais lindo do mundo e arredores.
Mas para mim o livro foi um tédio. Só anima no fim, com ataque de um vampiro mauzão, para acabar logo depois.
Não fiquei com vontade nenhuma de ler o segundo.
Para me vingar, e limpar a mente, já comprei o terceiro da trilogia Milennium, do Stieg Larsson.
Até aceito que as constantes e enfadonhas referências à perfeição do vampiro principal entusiasmem o público feminino jovem. Que estas se identifiquem com a personagem principal na sua suposta mediania de aspecto, que encanta o rapaz mais lindo do mundo e arredores.
Mas para mim o livro foi um tédio. Só anima no fim, com ataque de um vampiro mauzão, para acabar logo depois.
Não fiquei com vontade nenhuma de ler o segundo.
Para me vingar, e limpar a mente, já comprei o terceiro da trilogia Milennium, do Stieg Larsson.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
O'Gilins
Quem não conhece este bar irlandês no Cais do Sodré? Passei lá muitas noites na minha vida e tive alguns episódios rocambolescos naquelas casas-de-banho.Uma vez, entrei para aliviar a bexiga, e a água no chão já tinha um dedo de altura. Dou de caras com um irlandês, grosso, que me diz:
- It's the Titanic, the water's 'commin' in!
De outra vez passei por um bêbedo, antes de entrar, que me grita:
- O meu pai morreu virgem!
Já tenho saudades daquelas noitadas.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Vivá República, pá!
Como é natural nesta altura do ano, envolvo-me em discussões mais ou menos acaloradas com os Monárquicos que conheço.
Eu, que até já fui monárquico antes de ser republicano convicto, acho que os argumentos dos monárquicos se resumem a uns poucos: A monarquia é mais barata que a república; os países mais desenvolvidos da Europa são monarquias; os rei é uma figura com a qual o povo se identifica. Não penso que haja muitos mais para além destes.
Em relação ao preço da monarquia penso que não deve ser assim tão diferente da república (vide o recente caso dos gastos da Rainha de Inglaterra) e ainda para mais com a propensão dos Portugueses, monárquicos ou republicanos, para os gastos excessivos, rapidamente concluímos que não é por aí que vamos ganhar com a mudança.
Já quanto à suposta superioridade dos países monárquicos sobre os republicanos penso ser um mito (bem) criado pelos monárquicos para sustentar a sua causa. Geralmente dão o exemplo dos países nórdicos como expoente da civilização e sendo, na sua maioria, monarquias, conclui-se a superioridade deste sistema. É verdade que o são, mas no meio deste clube também há a Finlândia, tão civilizada e desenvolvida como os seus vizinhos. E que dizer do eixo central, Alemanha, França e Inglaterra, as mais pujantes economias da Europa, e duas delas repúblicas. Descendo ao sul verificamos que os vizinhos latinos estão em grau muito semelhante de "incivilização", e também aqui há repúblicas e monarquias.
O povo identifica-se com o seu Rei! Mas será que se identifica mesmo? Falando por mim não me identifico nada, nem acho que ninguém seja o "símbolo vivo" da nação.
Não me arrogo, no entanto, à posse da verdade absoluta. E defendo que se a maioria do povo quiser uma monarquia, apesar de não concordar, acatarei a decisão (embora não tenha intenções de ir a nenhum beija-mão).
Parece-me, portanto, que o regime é mais uma questão de gosto do que propriamente de vantagens para o povo.
Quanto a mim, fico-me pela república, pá.
Eu, que até já fui monárquico antes de ser republicano convicto, acho que os argumentos dos monárquicos se resumem a uns poucos: A monarquia é mais barata que a república; os países mais desenvolvidos da Europa são monarquias; os rei é uma figura com a qual o povo se identifica. Não penso que haja muitos mais para além destes.
Em relação ao preço da monarquia penso que não deve ser assim tão diferente da república (vide o recente caso dos gastos da Rainha de Inglaterra) e ainda para mais com a propensão dos Portugueses, monárquicos ou republicanos, para os gastos excessivos, rapidamente concluímos que não é por aí que vamos ganhar com a mudança.
Já quanto à suposta superioridade dos países monárquicos sobre os republicanos penso ser um mito (bem) criado pelos monárquicos para sustentar a sua causa. Geralmente dão o exemplo dos países nórdicos como expoente da civilização e sendo, na sua maioria, monarquias, conclui-se a superioridade deste sistema. É verdade que o são, mas no meio deste clube também há a Finlândia, tão civilizada e desenvolvida como os seus vizinhos. E que dizer do eixo central, Alemanha, França e Inglaterra, as mais pujantes economias da Europa, e duas delas repúblicas. Descendo ao sul verificamos que os vizinhos latinos estão em grau muito semelhante de "incivilização", e também aqui há repúblicas e monarquias.
O povo identifica-se com o seu Rei! Mas será que se identifica mesmo? Falando por mim não me identifico nada, nem acho que ninguém seja o "símbolo vivo" da nação.
Não me arrogo, no entanto, à posse da verdade absoluta. E defendo que se a maioria do povo quiser uma monarquia, apesar de não concordar, acatarei a decisão (embora não tenha intenções de ir a nenhum beija-mão).
Parece-me, portanto, que o regime é mais uma questão de gosto do que propriamente de vantagens para o povo.
Quanto a mim, fico-me pela república, pá.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Shrek Forever

E pronto, acabou. De acordo com a Dreamworks o quarto Shrek (Shrek Forever After) é o último. Mas visto o filme tenho pena. Este, como todos os anteriores, é uma homenagem à espantosa imaginação da equipa que faz de cada um destes filmes uma obra prima. A originalidade das histórias faz com que nenhum dos filmes se torne repetitivo, ao contrário de outras séries, e a imaginação dos autores continua delirante, e faz parecer que poderiam facilmente fazer filmes, uns atrás dos outros, sem nunca esgotar o filão.
Shrek, casado e com três filhos, atravessa uma crise de meia-idade e leva-nos numa viagem alucinante na procura de um significado para a sua vida, ajudado por um "actor" secundário que, a ser uma interpretação real, seria certamente merecedora de um óscar.
Os autores até conseguem justificar a existência do vilão com uma história passada antes do primeiro filme, protagonizada pelos seus sogros que, de tão bem enquadrada que está, faz corar de vergonha autores de sequelas e prequelas de Hollywood.
É caso para dizer: long live Shrek!
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