sábado, 26 de março de 2011

Imigrantes

O taxista que nos levou do hotel, em Estocolmo, para o aeroporto de Arlanda era curdo e tinha fugido do Iraque quando o Saddam bombardeou o povo dele com armas químicas.
Como imigrante tornado cidadão sueco o taxista gozava de todos os privilégios dos cidadãos locais: excelentes serviços médicos, bom salário, educação gratuita, etc. Claro que tudo isto não lhe chegava, e afirmou não gostar nada de viver em Estocolmo para além de, pasme-se, 80% (?!) dos suecos serem homosexuais - certo e de onde vêm os bebés? - e as mulheres por lá mudarem de marido de 2 em 2 anos.
Faz-me lembrar um certa cena de um certo filme:



Bem, e toca a fazer a mala mais uma vez, desta vez para a Madeira, onde não espero encontrar um taxista destes.

3 comentários:

AVOGI disse...

MADEIRA??? li bem? MAdeira????
vens cá ? tem cuidado aqui tb há taxistas...
kis BOM DOMINGO

AVOGI disse...

Só acrescento que aqui as mulheres não mudam de marido de 2 em 2 anos mas sim de mês a mês ou então não mudam
kis :=)
já me fiz (per)seguidora do blogue virei cá mais vezes ler as peripecias ...as próximas vao dizer respeito daqui da minha ilha daí estar atenta
kis .=)

Henrique Marques disse...

Realmente vi muitos taxistas na Madeira, mas não andei em nenhum taxi. Talvez para a próxima. Já as madeirenses achei-as encantadoras!