segunda-feira, 25 de abril de 2011

Teatralidades

No passado sábado saí com dois amigos para um programa que há muito não fazia: jantar e teatro.
O sítio escolhido foi o Chapitô e, como é habitual, foi necessário reservar mesa e o espectáculo. Se para o primeiro caso foi pacífico, mesa marcada com vista para o "mar", e em boa hora já que na altura do jantar o restaurante estava esgotado, para o espectáculo o caso caso foi mais bicudo: quando telefonei já havia mais de 90 reservas para uma sala que comporta cerca de 70 pessoas.
Chegado ao Chapitô para o jantar, dirigi-me à bilheteira e informei-os que estaria no restaurante e estava à espera de desistências para poder ver a peça. O senhor da bilheteira, muito prestável, foi mais tarde ter comigo ao restaurante para me informar que já havia bilhetes disponíveis e que os podia ir levantar. Ao que lhe respondi, apontando para a sobremesa, que assim que acabasse de jantar iria à bilheteira.
Duas senhoras estrangeiras, sentadas ao nosso lado, fizeram um ar de pânico, e perguntaram-nos, atrapalhadas, se tínhamos de nos ir embora. Ao que lhes respondemos que não, que podiam comer descansadas.
Julgavam que nos estavam o pôr na rua!

2 comentários:

AVOGI disse...

cabo verde fica ali para baixo . se fizes um esforço ainda te vejo. acena-me com os dois braços é melhor assim , sabes sou um pouco pitosga!
kis .=)

Henrique Marques disse...

Eu bem acenei, mas acho que ninguém me viu.